DISTÚRBIOS DO SONO
CASO: Menino de 4 anos, trazido ao consultório por mãe solteira, com queixa principal de gritos à noite há 1 ano.Ele tem tido boa saúde, sem nenhuma história de otites recentes ou infecção respiratória.Não há história de malformação do SNC, convulsões ou sonambulismo.Conforme sua, mãe, ela costuma ouvir gritos gélidos e apressa-se para seu filho, encontrando-o sentado na cama, transpirando e com o olhar fixo vidrado. Não há nenhuma resposta quando ela lhe fala, então, quando ela tenta abraçá-lo, ele, usualmente, resiste.Mas, quando seu filho responde depois de vigorosa sacudidela, ele parece confuso e desorientado.Isto, na maioria das vezes, acontece aproximadamente à meia-noite, 2 a 3horas após seu filho ir para a cama.Pela manhã, ele costuma estar bem e não lembra de ter tido qualquer pesadelo ou grito.
EXAME FÍSICO: -Normal. Ele é tímido, aparência saudável, sem nenhum distúrbio aparente.
Ele é referido a um especialista do sono, que, na sua avaliação, diz ter o menino Terror Noturno.À sua mãe, pede-se que ajude a evitar estresses e fadiga do filho durante o dia.Curtas sonecas de 30 a 60 minutos ao final da tarde são sugeridas.È dito à mãe que o diazepan pode ser prescrito se o problema piorar, porém, na maioria da vezes, as crianças livram-se desse distúrbio.
Quando as crianças se apresentam com distúrbios do sono, uma cuidadosa história deve ser tomada,Isto inclui a idade do início, o padrão diário de insônia e sonecas, questões a respeito do roncar e apnéia, comportamentos relacionados ao sono,tais como sonambulismo,bater de cabeça, avaliação psiquiátrica com relação à ansiedade de separação e pesadelos, condições médicas neurológicas relevantes, tais como dores de cabeça, retardo mental e HF de distúrbios do sono.
Estudos tais com Polissonografia,Actigrafia de membros e Teste de Latência de Sono Múltiplo(MSLT),podem ser úteis no diagnóstico da causa do distúrbio do sono.A PSG(Polissonografia) inclui medidas do Movimento Muscular Ocular,EMG, EEG,ECG e medidas respiratórias(i.e, excursão tóraco-abdominal,fluxo do ar,oximetria), durante o sono. O MSLT é baseado no PSG, que objetivamente mede a insônia diurna através de registros do início do sono e tipo de sono, com 5 sonecas diárias espaçadas regularmente. A Actigrafia de membros(Limb Actigrafia) usa um instrumento parecido a um relógio de pulso, que detecta os movimentos corporais continuamente por 3 dias.
Entretanto, para distúrbios que são mais esporádicos, a PSG pode não ser definitiva.Em casos de distúrbios excitatórios(Terror noturno e Sonambulismo), tendo os pais registrado os episódios por uma câmara de vídeo, pode ser mais útil.Os distúrbios do sono podem ser categorizados em: DISSONIAS, PARASSONIAS e distúrbios do sono devidos a condições médicas ou psiquiátricas.
O sono normal é composto de Movimentos Oculares Rápidos(REM) e não-REM(NREM). O sono REM é o estágio de sonho do sono, enquanto o NREM é o sono que é depois dividido em 4 estágios, dependendo das leituras na PSG.
Estágio 1 sono NREM, pode ser definido como torpor, onde ondas altas de despertar são substituídas por ondas teta no EEG e durante o qual movimentos lentos de rolar de olhos são observados,com tonicidade levemente diminuída em achados de EMG.Isto é seguido por complexos K, característicos do Estágio 2 NREM do sono.Os Estágios 3 e 4 do sono NREM são conhecidos como sono onda-lenta, onde ondas delta dominam no EEG.Em estágio 3, ondas delta estão presentes em 25-50% dos EEG, enquanto no Estágio 4, ondas deltas estão presentes em mais de 50% dos EEG.
DISSONIAS são distúrbios do sono normal ou do padrão do ritmo do sono.Este distúrbio se caracteriza por sono ineficiente ou insuficiente.As dissonais podem ser divididas em 3 categorias: dissonia intrínseca, extrínseca e circadiana.
As DISSONIAS INTRÍNSECAS são devidas a causas internas do corpo e incluem distúrbios do sono relacionados à respiração(apnéia do sono) e narcolepsia.A apnéia do sono ocorre quando o fluxo de ar é completamente interrompido e é diagnosticado quando há 5 apnéias ou 10 episódios de hipoapnéia por hora de sono.Comparada à apnéia, a hipopnéia é a ventilação diminuída de duração mais curta.Entretanto, o critério preciso para definição de hipopnéia é controverso.Em geral, hipopnéia pode ser entendida como episódio onde o fluxo de ar é reduzido a ½ ou 2/3.Dados de audioteipe do episódio pode,também, ajudar no diagnóstico.A apnéia por si só não é um problema, exceto quando excede 10 segundos de duração.Os pacientes não ficam cientes de suas apnéias, mas, algumas vezes, levantam-se com sensação de choque.
Há 3 tipos de apnéia do sono: central, obstrutiva e mista.A apnéia central resulta de ausência de esrforço respirtatório,devido à imaturidade neuronal respiratória do tronco cerebral, que é, comumente, vista , transitoriamente, em prematuros e recém-nascidos.A spnéia do sono obstrutiva é causada por obstrução das vias aéreas, Em crianças jovens, a obstrução é , na maioria das vezes, devida ao aumento de tonsilas e adenóides e, não usualmente, de obesidade severa.A ressecção cirúrgica das tonsilas e adenóides pode ser curativa.A apnéia é acompanhada de aumento do esforço respiratório torácico e diafragmático, sem troca de ar, devido à obstrução das vias aéreas superiores.A apnéia mista combina características de ambas as causas, central e obstrutiva.
Por causa dos episódios de apnéia, o paciente experimenta muitos estímulos curtos para restaurar a oxigenação.Estes estímulos podem interromper severamente o ciclo do sono.Assim, os sintomas de sonolência diurna e desatenção são evidentes.Em crianças de 1 a 3 anos, retardamento do crescimento, similar àquele visto no atraso de desenvolvimento, pode ser observado, possivelmente, associado com interrupção de secreção de hormônio do crescimento durante o sono fragmentado.
Um distúrbio relatado em criança é a Síndrome de Hipoventilação Central (ou maldição de Ondine), causada por danos nos quimioreceptores centrais, levando a convulsões noturnas e hipoxia.O tratamento inclui: ventilação mecânica ou estimulação do nervo frênico.Outras síndromes de hipoventilação incluem: S. de Pcikwickian(nome dado para Joe, o menino obeso em Dicken’s Pickwick Papers), uma rara complicação de obesidade extrema, caracterizada por hipersonolência, com pausas apnéicas, policitemia, eventual insuficiência cardíaca direita.Igualmente, S. de Prader-Willi pode,também,causar apnéia obstrutiva do sono.A S. de Prader-Willi é um distúrbio genético devido à deleção do q12 no braço longo do cromossomo15 paterno.Inicialmente, a criança se apresenta com hipotonia seguida de rápido ganho de peso,depois de 1 ano de idade, levando à obesidade mórbida.Em casos de S. de Pickwickian e Prader-Willi, redução do peso é de importância primária e deve ser conseguida tão rápida quanto factível.Exemplos de outras condições predisponentes a distúrbios obstrutivo do sono são: S. de Down, anomalia crânio-facial, mucopolissacaridoses e doenças neuromusculares.
NARCOLEPSIA é a única dissonia de sono REM.Seu pico de incidência, <1%, está entre 15 e 25 anos de idade.Sua etiologia é desconhecida, mas, há forte predisposição genética( com HLA-DR2 E hla-Dqw1 e parentes de 1º grau de indivíduos afetados,sendo 8 vezes mais comum de acometimento de distúrbios do sono REM).Em casos severos, a narcolepsia consiste da tétrade clínica: a)-ataque de sono caracterizado por uma irresistível necessidade de sono,por 5 a 20 minutos, b)-cataplexia(ou uma intrusão de atonia REM enquanto caminha), manifestada por uma perda de tônus muscular abrupta(total perda de tônus muscular de todo o corpo, disparado por fortes emoções, tais como raiva( o paciente pode estar totalmente levantado, mas é incapaz de se mover), c)-paralisia do sono, que é uma atonia REM da transição dormir-despertar(quando cai adormecido ou desperto), quando o paciente brevemente não consegue se mover e d)-alucinação hipnagógica em que sonhos continuam no estado de vigília, resultando em ilusões, alucinações.
A PSG é necessária para o diagnóstico de narcolepsia.O tratamento é sintomático.Sono regular e com ritmo adequado são recomendados , com sonecas programadas 2 a 3 x ao dia.Aconselhamento psico-social e suporte são importantes, já que a narcolepsia é uma condição debilitante a longo prazo, uma vez diagnosticada.Estimulantes podem ser indicados para sonolência diurna excessiva.Para tratar cataplexia, antidepressivos tricíclicos e clomipramina têm tido sucesso.
Diferentemente das dissonias intrínsecas, as extrínsecas se devem a causas externas e incluem PROTODISSONIAS( uma inabilidade para cair e permanecer adormecido) de infância e insônias da infância.Exemplos incluem: acordar à noite, dificuldade de cair no sono.Fatores predisponentes incluem: padrões de reforço comportamental prévio,criança temperamental(Ex: ADHA),pobre nutrição, alergia ao leite,disputa marital,desconforto físico.Correntemente, não se sabe se estas protodissonias progridem para dissonias verdadeiras mais tarde.Hábitos individualizados de dormir, tgias como leitura ou jogo de um game calmo pode ajudar também.
DISSONIAS RÍTMICAS CIRCADIANAS são caracterizadas por tempo inapropriado de sono.Isto é mais comum de ocorrer em adolescente, quando a hora de deitar é recuada para mais t arde. O adolescente então tenta recuperar o último sono, dormindo períodos longos durante os fins-de-semana.Assim, este padrão de sono irregular leva a disrupção do relógio biológico,acima do tempo, resultando em dissonias rítmicas circadianas característica de Síndrome da Falta de Sono.Esta síndrome se apresenta como uma inabilidade para dormir e levantar customeiramente, insônia diurna excessiva, muita sonecas(cochilos) sem dificuldade de manter o sono, uma vez adormecido.Um diário de sono revela tempo de sono irregular e MSLT é útil em quantificar o débito de sono. O tratamento consiste em eliminar o débito de sono, reforçar o horário de dormir apropriado e o nível de tempo.Quando a terapia de suporte e comportamental falham, está indicada a cronoterapia.Cronoterapia(tratamento da fase em falta) leva em conta o relógio biológico para reiniciar pelo sono faltante e nível de tempo de 2 h oras cada dia, até que o tempo de início do sono seja trocado para trás a uma hora mais razoável.
Diferentemente das dissonias em que o processo de sono é interrompido, as parassonias representam intrusões comportamentais na hora em que se vai dormir.Estes comportamentos são causados por estimulação do SNC,especialmente por ativação dos componentes motor e autonômico.
As parassonias mais comumente ocorrem em homens do que em mulheres, e um paciente sofrendo de uma parassonia é comum exibir uma outra.Por exemplo, uma criança com terror noturno pode também experimentar sonambulismo.Parassonias podem ser divididas nas seguintes categorias: distúrbios de estímulos, distúrbios de transição dormir-despertar, parassonias REM e outras miiscelâneas de parassonias.
Os distúrbios excitatórios incluem terror noturno e sonambulismo. Os distúrbios excitatórios ocorrem na transição do estágio 4 NREM para o sono REM, que, usualmente, ocorre 1 a 3 hs depois do início do sono.Os problemas ocorrem quando,normalmente, esta suave transição é caracterizada por atividade autonômica.No terror noturno, a criança, tipicamente, senta-se,grita e tem um olhar fixo vidrado, ausente, associado com sintomas auntonômicos de palpitação, disforese, respiração irregular.Isto leva 1 a 5 minutos, até que a criança se acalma e continua a dormir. A criança nesta condição é difícil de se levantar e parece desorientada e confusa, quando se levanta.Diferentemente dos pesadelos, a criança não lembra do incidente e de qualquer sonho pela manhã.O sonambulismo pode acompanhar os terrores noturnos e podem ser perigosos.Os movimentos corporais que ocorrem durante o sonambulismo são despropositados e incoordenados.Fechar as portas e janelas, instalar alarmes,que alertam os pais quando a criança se levanta da cama, são algumas medidas de segurança.Estudos de laboratórios do sono podem não ser úteis, uma vez que os distúrbios excitatórios ocorrem esporadicamente.De preferência, os videoteipes dos episódios de ataque ,de posse dos pais, podem ser mais diagnósticos.Tanto o estresse diário como a fadiga são conhecidos fatores precipitadores de distúrbios excitatórios, que devem ser evitados.Sonecas curtas podem reduzir o estágio 4 NREM do sono, que reduz a probabilidade de terrores noturnos.Os benzodiazepínicos podem reduzir o número de ataques, mas, desenvolvem tolerância às drogas.Em casos severos ou se o início ocorre em adolescentes, é importante afastar convulsões relacionadas ao sono.Os distúrbios de transição dormir-levantar ocorrem na transição entre o sono e despertar.Exemplos desta categoria de parassonias são os movimentos rítmicos de agitação noturna das pernas(“pernas inquietas”), conversar domindo(sonilóquio). Os movimentos rítmicos incluem: balançar de cabeça, starts(sacudidelas) noturnos(sacudidas musculares súbitas no início do sono, que podem envolver os membros,pescoço e o corpo inteiro), e balancear do corpo, que, usualmente, ocorre no início do sono por menos de 15 minutos de duração. A prevalência diminui com a idade, e,geralmente, medidas para prevenir auto-injúria são suficientes. Os pesadelos são de longe as mais comuns parassonias REM.O início ocorre por volta dos 3 a 6 anos de idade e até 50% deste grupo etário experimenta pesadelos severos o bastante para preocuparem os pais.Os pesadelos são estímulos assustadores do sono REM,associados com relatos de sonhos ansiosos.Diferentemente do terror noturno, a criança com pesadelos pode lembrar o evento bem pela manhã.Além disso, os pesadelos, tipicamente, tomam lugar no último terço do sono, quando o sono REM domina,comparado à ocorrência do terror noturno nos primeiras 1 a 3hs de pois do início do sono(estágio 4 NREM). O tratamento dos pesadelos se focaliza principalmente em prover conforto e segurança durante o incidente e reduzir o estresse diário.Suspensão de medicações curtas, como beta-bloqueadores e outras drogas, que suprimem o sono REM( incluindo os antidepressivos tricíclicos e álcool) podem,também, disparar os pesadelos.Há muitas outras miscelâneas de parassonias, mas, as 2 mais comuns em criança são o bruxismo e a enurese noturna.Os bruxismos são movimentos estereotipados da boca, durante o sono, que resultam em ranger de dentes. Os dentistas, usualmente, são os primeiros a serem notificados sobre este problema.O bruxismo está fortemente relacionado ao estresse e emoções fortes.O tratamento consiste de aparelhos dentais interoclusais(para prevenir o desgaste do esmalte), terapia comportamental e alarmes noturnos.Enurese noturna ou cama úmida é diagnosticada na ausência de condições urológicas médicas ou psiquiátricas, em crianças acima dos 5 anos de idade. Em estudos do sono em grupos etários mais jovens, deve-se considerar as diferenças relacionadas à idade nos estágios do sono e suas implicações.Durante o 1º ano de vida, o sono REM ,associado com estimulações,é dominante.Assim, crianças mais comumente sofrem de dissonias com manutenção do sono.Durante os anos pré-escolares, os estágios NREM predominam.Considerando que as parassonias excitatórias NREM na maioria das vezes ocorrem na transição do sono profundo para o sono REM, estes problemas do sono são mais comumente vistos no pré-escolar aos anos de escola primária e tendem a desaparecer aos 10 anos.Adolescentes, por outro lado, tentem a ter deprivação do sono devido a excesso de tarefas escolares,esportes,atividades e eventos sociais.A interrupção das escalas regulares do sono e a diminuição no total da quantidade de sono predispõem às dissonias rítmicas circadianas.
Eis aqui um sumário delineado dos distúrbios do sono discutidos até agora:
DISSONIAS:
I.DISSONIAS EXTRÍNSECAS
A.DISTÚRBIOS DO SONO RELACIONADOS À RESPIRAÇÃO:
1.CENTRAL: PREMATURIDADE,MALDIÇAO DE ONDINE,ETC.
2.OBSTRUTIVA: AUMENTO DE TONSILAS/ADENOIDES, PICKWICKIAN,
PRADER-WILLI,ETC.
3.MISTA
B;NARCOLEPSIA
II.DISSONIAS EXTRÍNSECAS:
A.PROTODISSONIA INFANTL
B.INSONIAS DA INFÂNCIA-ESTRESSE PSICO-SOCIAL E FISIOLÓGICO
III.DISTÚRBIOS RÍTMICOS CIRCADIANOS-ADOLESCENTES
PARASSONIAS:
I.DISTÚRBIOS EXCITATÓRIOS:
1;TERROR NOTURNO
2.SONAMBULISMO
II.FENÔMENO DE TRANSIÇÃO SONO-DESPERTAR:
1.CONVERSAR DORMINDO-SONILÓQUIO
2.PERNAS AGITADAS NOTURNAS
3.DISTÚRBIOS DOS MOVIMENTOS RÍTMICOS
III.PARASSONIAS REM:
1.PESADELOS
IV.MISCELÂNEAS DE PARASSONIAS:
1.BRUXISMOS
2.ENURESE
Os distúrbios do sono relacionados a doenças neurológicas podem ser devidos a diversas causas, tais como: cefaléias, convulsões, retardo mental, doenças degenerativas cerebrais.A severidade do problema do sono está relacionada com a extensão das condições neurológicas.Problemas psiquiátricos podem,também, levar ao sonambulismo, pesadelos ou dificuldade para pegar no sono.Exemplos: trauma emocional, estresse, ansiedade de separação, DAHA, distúrbio de conduta, S. de Tourette.Em crianças mais velhas, distúrbios de ansiedade generalizada e depressão maior podem também representar algum papel.Assim, em distúrbios do sono detectados, os médicos devem distinguir entre causa primária e distúrbios do sono relacionados a outros distúrbios médicos e psiquiátricos.
QUESTÕES
1.Qual dos seguintes ajuda a distinguir Terror Noturno de Pesadelos:
.......a.A criança não lembra do incidente pela manhã.
.......b.A criança está diaforética ao se levantar.
...... c.Distúrbios comuns do sono a ocorrerem na infância.
...... d.Nenhum dos acima.
2.Em qual dos seguintes casos poderia a PSG não ser útil:
.......a.Narcolepsia.
......b.Terror Noturno
....... c.Apnéia do sono.
....... d.A e B;
3.Qual dos seguintes não é um distúrbio primário do sono:
.......a.S. de Tourette
.......b.Bruxismo
.......c.Distúrbio do movimento rítmico
.......d.Protodissonia na infância.
4.Descreva a tétrade clínica da Narcolepsia.
5.Descreva no mínimo 2 causas de apnéia obstrutiva do sono e 2 de não-obstrutiva.
6.Dissonia rítmica circadiana tipicamente ocorre em grupo etário.
RESPOSTAS:
1.A, 2.B, 3.A
4.Ataque de sono+Cataplexia+Paralisia do sono+Alucinações hipnagógicas
5.Obstrutivas:Aumento de tonsilas,S. Prader-Willi.
Não-obstrutiva:Prematuridade,Maldição de Ondine.
6.Adolescência.
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Dr. Pedro Vieira Carrancho-Pediatria-CRMES:682
sexta-feira, 25 de março de 2011
CONDUTA NA DESNUTRIÇÃO E NA DIARRÉIA
DESNUTRIÇÃO
ACETATO DE ZINCO =2MG/K+ SULFATO DE COBRE=0,2MG/K
PRESCRIÇÃO: EX- CRIANÇA DE 8 KG DE PESO.
ZN =2 X 8 =16 MG CU= 0,2 X 8 = 1,6 MG
-ACETATO DE ZN ........ 16 MG/CC
-SULFATO DE CU......... 1,6 MG/CC
-Q.S.P. ............................ 90 ML OU 90 CÁPSULAS
DOSE: DAR 1 ML OU 1 CÁPSULA POR DIA, POR 90 DIAS.
OBS-A CÁPSULA DEVERÁ SER ABERTA ANTES DE USAS E O CONTEÚDO DILUIDO EM ÁGUA OU SUCO.
DIARRÉIA
ABAIXO DE 6T MESES DE IDADE :
ACETATO DE ZN= 10 MG/DIA= 1 CC OU 1 CÁPSULA, POR 10-14 DIAS.
ACIMA DOS 6 MESES DE IDADE:
ACETATO DE ZN=20 MG= 1 CC OU 1 CÁPSULA,POR 14 DIAS.
EX: LACTENTE DE 5 MESES DE IDADE, COM DIARRÉIA:
-ACETATO DE ZN ........... 10MG/CC OU CÁPSULA
-Q.S.P................................. 14 ML OU 14 CÁPSULAS
DOSE: DAR 1CC OU 1 CÁPSULA POR DIA, DURANTE 14 DIAS.
EX.LACTENTE DE 11 MESES DE IDADE,COM DIARRÉIA:
-ACETATO DE ZN.............. 20 MG/CC OU CÁPSULA
-Q.S.P.................................... 14 CC OU 14 CÁPSULAS
DOSE: DAR 1 CC OU 1 CÁPSULA POR DIA, DURANTE 14 DIAS.
ACETATO DE ZINCO =2MG/K+ SULFATO DE COBRE=0,2MG/K
PRESCRIÇÃO: EX- CRIANÇA DE 8 KG DE PESO.
ZN =2 X 8 =16 MG CU= 0,2 X 8 = 1,6 MG
-ACETATO DE ZN ........ 16 MG/CC
-SULFATO DE CU......... 1,6 MG/CC
-Q.S.P. ............................ 90 ML OU 90 CÁPSULAS
DOSE: DAR 1 ML OU 1 CÁPSULA POR DIA, POR 90 DIAS.
OBS-A CÁPSULA DEVERÁ SER ABERTA ANTES DE USAS E O CONTEÚDO DILUIDO EM ÁGUA OU SUCO.
DIARRÉIA
ABAIXO DE 6T MESES DE IDADE :
ACETATO DE ZN= 10 MG/DIA= 1 CC OU 1 CÁPSULA, POR 10-14 DIAS.
ACIMA DOS 6 MESES DE IDADE:
ACETATO DE ZN=20 MG= 1 CC OU 1 CÁPSULA,POR 14 DIAS.
EX: LACTENTE DE 5 MESES DE IDADE, COM DIARRÉIA:
-ACETATO DE ZN ........... 10MG/CC OU CÁPSULA
-Q.S.P................................. 14 ML OU 14 CÁPSULAS
DOSE: DAR 1CC OU 1 CÁPSULA POR DIA, DURANTE 14 DIAS.
EX.LACTENTE DE 11 MESES DE IDADE,COM DIARRÉIA:
-ACETATO DE ZN.............. 20 MG/CC OU CÁPSULA
-Q.S.P.................................... 14 CC OU 14 CÁPSULAS
DOSE: DAR 1 CC OU 1 CÁPSULA POR DIA, DURANTE 14 DIAS.
CRIANÇA TAMBÉM TEM DEPRESSÃO....
DEPRESSÃO EM CRIANÇA
1.PERGUNTA: -Meu filho de 9 anos ,recentemente, tem comido e dormido excessivamente.Meu médico disse que ele está sofrendo de depressão.Entretanto, eu nunca o vi deprimido,triste ou chorando.Como é possível que ele esteja deprimido?
RESPOSTA: - Depressão pode ser um sintoma, um distúrbio por si só ou parte dele.Manifestação de agressividade em criança depende da sua idade.Em criança, comportamento anormal, anormalidade no ritmo do sono,hábitos alimentares anormais, irritabilidade, comportamento destrutivo, atenção pobre ou doenças múltiplas vagas(como infecções do tórax recurrentes, falta de ganho de peso, instabilidade) podem denotar depressão.Manifestação precisa depende da idade, padrão de comportamento familiar e outros fatores de contribuição.A criança pode adotar sintomas de uma doença que alguma pessoa da vizinhança possa ter sofrido.
2.PERGUNTA: -O que é depressão?
RESPOSTA:-O pensaamento de um indivíduo é uma função complexa de diferentes faculdades que incluem o modo individual de pensar,sentir, perceber-se ou dos arredodores.O distúrbio de um pode levar ao distúrbio de outro.Essencialmente, depressão é um distúrbio do humor, onde a pessoa fica triste, sombria, não realiza as atividades prazerosas ou podem queixar-se de um humor insípido.A pessoa pode ter o interesse diminuído em todas as atividades.Associado a isto, a pessoa acorda cedo pela manhã, aumenta ou diminui o apetite, algumas disfunções corporais(somáticas) e dificuldades de pensamento com clareza.Sua mente e corpo se moverão lentamente.Crianças e adolescentes assim como adultos são propensas ao suicídio.
3.PERGUNTA:-A depressão é comum em criança? Eu pensava que somente o adulto sofria de depressão.
RESPOSTA:- A depressão é vista em toda idade.De fato, o primeiro pico é visto na adolescência.Há um aumento assustador em adolescentes suicidas.Sofrimento de depressão pode ser uma causa importante.Um segundo pico é visto na meia-idade.Depois dos 60 anos, a incidência de depressão aumenta a cada década.
4.PERGUNTA:-Como ocorre a depressão?
RESPOSTA:- A depressão é um distúrbio bioquímico.Alterações na bioquímica corporal afetam, essencialmente, químicas particulares no cérebro, chamados serotonina e norepinefrina.Portanto, os antidepressivos (drogas que modificam os níveis de serotonina e norepinefrina no cérebro) são o tratamento de escolha.Fatores psicossociais p odem funcionar como gatilho na balança,exacerbar o distúrbio ou perpetuar a doença.
5.PERGUNTA:- Como se diferencia a depressão de uma criança jovem da de um adolescente?
RESPOSTA:- Os adolescentes se apresentam com alterações de humor, que eles podem expressar.Eles podem se tornar irritáveis e agressivos, são vulneráveis ao álcool e ao uso de pílulas de dormir como uma terapia antidepressiva auto-manipulada.Crianças mais jovens apresentam problemas de relacionamento.Elas podem tender a apegar-se aos pais, podem alterar os hábitos de sono e alimentar, podem apresentar dificuldades escolares.Elas podem ser excessivamente submissas ou agressivas no comportamento e sofrem de dores e cefaléias inespecíficas.Outros sintomas vistos em pacientes com depressão são:
-sentimento de inutilidade
-sentimento de culpa e auto-reprovação
-fadiga fácil
-inabilidade de concentração
-indecisão
6.PERGUNTA:-Quais são as causas de depressão?
RESPOSTA:- Tanto fatores psicossociais( agem como uma semente) como vulnerabilidade genética(age como um solo em que germina a semente) são responsáveis pela ocorrência de depressão.Qualquer evento negativo na vida poderá deprimir.Dependendo da resistência inerente(i.e., a habilidade para superar a depressão), o indivíduo continua deprimido ou se recobra.
7.PERGUNTA:- A depressão é recurrente?
RESPOSTA:- Sim, é uma doença recurrente.
8.PERGUNTA:- É possível que uma criança que tenha sofrido de depressão possa também sofrer de depressão na fase adulta?
RESPOSTA:- É muito comum que tal criança possa sofrer de depressão na fase adulta.
9.PERGUNTA:- Quais são as complicações da depressão?
RESPOSTA:- O suicídio é um dos maiores problemas da depressão.Ansiedade, abuso de álcool e drogas, dificuldades no relacionamento interpessoal e na vida sexual são outros problemas da depressão.Um deprimido um pouco mais velho e deprimidos quimicamente são conhecidos por experimentar dificuldade de memória.
10.PERGUNTA:-Qual é o tratamento da depressão?
RESPOSTA:- O tratamento depende de 3 fatores maiores:
-tratamento do episódio agudo.
-prevenção da recurrência.
-re-habilitação
Pode também ser dividido em drogaterapia e sem drogaterapia.
Drogaterapia-conhecida por antidepressivos.Há diversos grupos de antidepressivos avaliados.Seus efeitos colaterais variam.As drogas mais antigas causam ressecamento da boca, constipação, borramento da visão e causa efeito cardíaco adverso.As drogas mais novas têm menos efeitos colaterais, mas, podem causar acidez, agitação e insônia.
Drogas antigas:-imipramina, amitriptilina,dothiapen, doxapina,mianserin, clomipramina.
Drogas mais novas:-fluoxetina, flunoxamine, tianeptina, venlaxamine,paroxetina.
PRECAUÇÃO:-Benzodiazepínicos não deverm nunca ser usados como antidepressivos.São perigosos.Podem levar a adicção,dificuldade de memória e podem facilitar o comportamento suicida.
Tratamento sem droga:-consiste em terapia cognitiva onde o arcabouço menta do paciente pé alterado, de modo que os pacientes não respondem ao stress ou a qualquer outra influência negativa com depressão.A criança pode sentir-se em segurança,equivocada e não tomar cuidado.Isto propicia que a criança se torne rebelde.
CONSELHOS AOS PAIS:
-A criança vê os pais como uma unidade.Qualquer quebra pode levar à insegurança.Os pais não devem ter qualquer disputa na presença da criança.Eles devem se ajustar antes de extravasar para a criança.
-Evitar instruções conflitantes.
-Praticar o eles pregam e pregar o que eles praticam.
-Não faça nada daquilo que vc não gostaria que seu filho fizesse: fumar,beber,discutir.
-Dê exemplo para a criança através de seu comportamento pessoal.
PREVENÇÃO DA RECURRÊNCIA:-Para prevenir a recurrência da depressão-drogas estabilizadoras do humor: lítio, carbamazepina, valproato de sódio,lamotrigina e outras anti-epilépticas mais recentes podem ser dadas a longo prazo.Devem sempre ser dadas sob vigilância médica.Hormônios tireoideanos podem também ser usados no tratamento de depressão resistente.
RE-HABILITAÇÃO:-Sempre seguir a política de início baixo e caminhada lenta.Os pacientes devem se engajar em esportes neutros e ambientes não-estressantes.O paciente não deve ser um solitário e não deve reprimir emoções.Culpa e emoções negativas devem ser resolvidas.
DR. PEDRO VIEIRA CARRANCHO-PEDIATRIA-CRMES:682
1.PERGUNTA: -Meu filho de 9 anos ,recentemente, tem comido e dormido excessivamente.Meu médico disse que ele está sofrendo de depressão.Entretanto, eu nunca o vi deprimido,triste ou chorando.Como é possível que ele esteja deprimido?
RESPOSTA: - Depressão pode ser um sintoma, um distúrbio por si só ou parte dele.Manifestação de agressividade em criança depende da sua idade.Em criança, comportamento anormal, anormalidade no ritmo do sono,hábitos alimentares anormais, irritabilidade, comportamento destrutivo, atenção pobre ou doenças múltiplas vagas(como infecções do tórax recurrentes, falta de ganho de peso, instabilidade) podem denotar depressão.Manifestação precisa depende da idade, padrão de comportamento familiar e outros fatores de contribuição.A criança pode adotar sintomas de uma doença que alguma pessoa da vizinhança possa ter sofrido.
2.PERGUNTA: -O que é depressão?
RESPOSTA:-O pensaamento de um indivíduo é uma função complexa de diferentes faculdades que incluem o modo individual de pensar,sentir, perceber-se ou dos arredodores.O distúrbio de um pode levar ao distúrbio de outro.Essencialmente, depressão é um distúrbio do humor, onde a pessoa fica triste, sombria, não realiza as atividades prazerosas ou podem queixar-se de um humor insípido.A pessoa pode ter o interesse diminuído em todas as atividades.Associado a isto, a pessoa acorda cedo pela manhã, aumenta ou diminui o apetite, algumas disfunções corporais(somáticas) e dificuldades de pensamento com clareza.Sua mente e corpo se moverão lentamente.Crianças e adolescentes assim como adultos são propensas ao suicídio.
3.PERGUNTA:-A depressão é comum em criança? Eu pensava que somente o adulto sofria de depressão.
RESPOSTA:- A depressão é vista em toda idade.De fato, o primeiro pico é visto na adolescência.Há um aumento assustador em adolescentes suicidas.Sofrimento de depressão pode ser uma causa importante.Um segundo pico é visto na meia-idade.Depois dos 60 anos, a incidência de depressão aumenta a cada década.
4.PERGUNTA:-Como ocorre a depressão?
RESPOSTA:- A depressão é um distúrbio bioquímico.Alterações na bioquímica corporal afetam, essencialmente, químicas particulares no cérebro, chamados serotonina e norepinefrina.Portanto, os antidepressivos (drogas que modificam os níveis de serotonina e norepinefrina no cérebro) são o tratamento de escolha.Fatores psicossociais p odem funcionar como gatilho na balança,exacerbar o distúrbio ou perpetuar a doença.
5.PERGUNTA:- Como se diferencia a depressão de uma criança jovem da de um adolescente?
RESPOSTA:- Os adolescentes se apresentam com alterações de humor, que eles podem expressar.Eles podem se tornar irritáveis e agressivos, são vulneráveis ao álcool e ao uso de pílulas de dormir como uma terapia antidepressiva auto-manipulada.Crianças mais jovens apresentam problemas de relacionamento.Elas podem tender a apegar-se aos pais, podem alterar os hábitos de sono e alimentar, podem apresentar dificuldades escolares.Elas podem ser excessivamente submissas ou agressivas no comportamento e sofrem de dores e cefaléias inespecíficas.Outros sintomas vistos em pacientes com depressão são:
-sentimento de inutilidade
-sentimento de culpa e auto-reprovação
-fadiga fácil
-inabilidade de concentração
-indecisão
6.PERGUNTA:-Quais são as causas de depressão?
RESPOSTA:- Tanto fatores psicossociais( agem como uma semente) como vulnerabilidade genética(age como um solo em que germina a semente) são responsáveis pela ocorrência de depressão.Qualquer evento negativo na vida poderá deprimir.Dependendo da resistência inerente(i.e., a habilidade para superar a depressão), o indivíduo continua deprimido ou se recobra.
7.PERGUNTA:- A depressão é recurrente?
RESPOSTA:- Sim, é uma doença recurrente.
8.PERGUNTA:- É possível que uma criança que tenha sofrido de depressão possa também sofrer de depressão na fase adulta?
RESPOSTA:- É muito comum que tal criança possa sofrer de depressão na fase adulta.
9.PERGUNTA:- Quais são as complicações da depressão?
RESPOSTA:- O suicídio é um dos maiores problemas da depressão.Ansiedade, abuso de álcool e drogas, dificuldades no relacionamento interpessoal e na vida sexual são outros problemas da depressão.Um deprimido um pouco mais velho e deprimidos quimicamente são conhecidos por experimentar dificuldade de memória.
10.PERGUNTA:-Qual é o tratamento da depressão?
RESPOSTA:- O tratamento depende de 3 fatores maiores:
-tratamento do episódio agudo.
-prevenção da recurrência.
-re-habilitação
Pode também ser dividido em drogaterapia e sem drogaterapia.
Drogaterapia-conhecida por antidepressivos.Há diversos grupos de antidepressivos avaliados.Seus efeitos colaterais variam.As drogas mais antigas causam ressecamento da boca, constipação, borramento da visão e causa efeito cardíaco adverso.As drogas mais novas têm menos efeitos colaterais, mas, podem causar acidez, agitação e insônia.
Drogas antigas:-imipramina, amitriptilina,dothiapen, doxapina,mianserin, clomipramina.
Drogas mais novas:-fluoxetina, flunoxamine, tianeptina, venlaxamine,paroxetina.
PRECAUÇÃO:-Benzodiazepínicos não deverm nunca ser usados como antidepressivos.São perigosos.Podem levar a adicção,dificuldade de memória e podem facilitar o comportamento suicida.
Tratamento sem droga:-consiste em terapia cognitiva onde o arcabouço menta do paciente pé alterado, de modo que os pacientes não respondem ao stress ou a qualquer outra influência negativa com depressão.A criança pode sentir-se em segurança,equivocada e não tomar cuidado.Isto propicia que a criança se torne rebelde.
CONSELHOS AOS PAIS:
-A criança vê os pais como uma unidade.Qualquer quebra pode levar à insegurança.Os pais não devem ter qualquer disputa na presença da criança.Eles devem se ajustar antes de extravasar para a criança.
-Evitar instruções conflitantes.
-Praticar o eles pregam e pregar o que eles praticam.
-Não faça nada daquilo que vc não gostaria que seu filho fizesse: fumar,beber,discutir.
-Dê exemplo para a criança através de seu comportamento pessoal.
PREVENÇÃO DA RECURRÊNCIA:-Para prevenir a recurrência da depressão-drogas estabilizadoras do humor: lítio, carbamazepina, valproato de sódio,lamotrigina e outras anti-epilépticas mais recentes podem ser dadas a longo prazo.Devem sempre ser dadas sob vigilância médica.Hormônios tireoideanos podem também ser usados no tratamento de depressão resistente.
RE-HABILITAÇÃO:-Sempre seguir a política de início baixo e caminhada lenta.Os pacientes devem se engajar em esportes neutros e ambientes não-estressantes.O paciente não deve ser um solitário e não deve reprimir emoções.Culpa e emoções negativas devem ser resolvidas.
DR. PEDRO VIEIRA CARRANCHO-PEDIATRIA-CRMES:682
DENGUE NA CRIANÇA-OUTRAS CONSIDERAÇÕES
DENGUE NA CRIANÇA
I.DEFINIÇÃO
-DOENÇA FEBRIL AGUDA
-ETIOLOGIA VIRAL
-TRANSMITIDA PELO AEDES AEGYPTI
-ARBOVIRUS-TIPOS 1,2,3 E 4.
II.CLASSIFICAÇÃO
-DENGUE CLÁSSICO
-FEBRE HEMORRÁGICA DA DENGUE
-DENGUE COM COMPLICAÇÕES
III.ABORDAGEM CLINICA
-UMA ABORDAGEM CLÍNICA É MUITO MAIS EFICAZ DO QUE MIL UTI’S
-É A ARBOVIROSE MAIS FREQUENTE EM TODO O MUNDO.
-É UMA DAS MAIS COMUNS CAUSAS DE HOSPITALIZAÇÃO E MORTE EM CRIANÇAS NAS ÁREAS ENDÊMICAS.
-ESTIMA-SE QUE OCORRA DE 50 A 100 MILHÕES DE CASOS ANUAIS DE DENGUE.
IV.ASPECTOS CLÍNICOS NA CRIANÇA
-SINDROME FEBRIL COM SINAIS E SINTOMAS INESPECÍFICOS
-APATIA,SONOLÊNCIA,VÔMITO,DIARRÉIA
-CHÔRO PESISTENTE,IRRITABILIDADE
-ABAIXO DOS 5 ANOS O QUADRO PODE PASSAR DESPERCEBIDO
-RECUSA ALIMENTAR,LÍQUIDOS,PIORA SÚBITA
-EXANTEMA MÁCULO-PAPULAR,PLEOMÓRFICO COM OU SEM PRURIDO,PRECOCE OU TARDIAMENTE.
V.SINAIS DE ALERTA
-DOR ABDOMINAL INTENSA E CONTÍNUA
-HIPOTENSÃO POSTURAL
-HIPOTENSÃO ARTERIAL,COM PRESSÃO DIFERENCIAL <20 sist="87-105" diast="53-66." ano =" (IDADE" ano="(IDADE">42% E/OU PLAQUETAS <50,000- REPOUSO NO LEITO,HIDRATAÇÃO ORAL/PARENTERAL=50-100ML/K EM 4-6HS VO OU
20ML/K,IV,EM 2HS, COM S.F. OU RINGER-LACTATO.
REAVALIAÇÃO CLÍNICA APÓS HIDRATAÇÃO E CONTRÔLE DO HTC:
< 1 MÊS = 51%
2M-6M = 35%
6M-2 A = 36%
2 A – 6 A = 37%
SE NÃO OCORRER MELHORA, FAZER HV GENEROSA= 3 FASES DE 25ML/K:
1ª FASE = SOL. 1:2(GLICOFISIOLOGICO), EM 4 HORAS
2ª FASE = IDEM, EM 8 HORAS
3ª FASE = IDEM , EM 12 HORAS
GRUPO C:
-PRESENÇA DE SINAIS DE ALERTA(C) OU CHOQUE(D),MANIFESTAÇÕES PRESENTES OU NÃO
-INICIAR H.V.
-FASE DE EXPANSÃO, COM S.F. OU RINGER-LACTATO=20ML/K,ATÉ 3 X
-MANUTENÇÃO:
ABAIXO DE 10 KG = 100ML/K/DIA
DE 10 A 20 KG = 1000 CC + 50ML/K/DIA,ACIMA DOS 10KG
ACIMA DE 20KG = 1.500 CC + 20ML/K/DIA, ACIMA DOS 20KG
SÓDIO = 2 A 3 MEQ/K/DIA OU 3 MEQ PARA 100 ML
POTÁSSIO = 2 A 5 MEQ/K/DIA OU 2 MEQ PARA 100 ML
GRUPO D:
-HIPOTENSÃO OU CHOQUE
-MAIS DE UM ACESSO CALIBROSO,INICIAR HV GENEROSA
-INTERNAR EM UTI
-D.D. : MENINGITE,PTI,INFEC. BACT./SEPSIS.
CRITÉRIOS DE ALTA HOSPITALAR:
PREENCHER 6 CRITÉRIOS:
-AUSÊNCIA DE FEBRE POR 24HS,SEM ANTITÉRMICOS
-MELHORA DO QUADRO CLÍNICO
-HTC N E ESTÁVEL POR 24HS
-PLAQUETAS EM ELEVAÇÃO, ACIMA DE 50.000
-ESTABILIZAÇÃO HEMODINÃMICA POR 24HS
-DERRAMES CAVITÁRIOS,QDO. PRESENTES, EM REGRESSÃO E SEM REPERCUSSÃO CLÍNICA.
(*)-adaptado de palestra proferida por Dra. Cláudia Falconieri
I.DEFINIÇÃO
-DOENÇA FEBRIL AGUDA
-ETIOLOGIA VIRAL
-TRANSMITIDA PELO AEDES AEGYPTI
-ARBOVIRUS-TIPOS 1,2,3 E 4.
II.CLASSIFICAÇÃO
-DENGUE CLÁSSICO
-FEBRE HEMORRÁGICA DA DENGUE
-DENGUE COM COMPLICAÇÕES
III.ABORDAGEM CLINICA
-UMA ABORDAGEM CLÍNICA É MUITO MAIS EFICAZ DO QUE MIL UTI’S
-É A ARBOVIROSE MAIS FREQUENTE EM TODO O MUNDO.
-É UMA DAS MAIS COMUNS CAUSAS DE HOSPITALIZAÇÃO E MORTE EM CRIANÇAS NAS ÁREAS ENDÊMICAS.
-ESTIMA-SE QUE OCORRA DE 50 A 100 MILHÕES DE CASOS ANUAIS DE DENGUE.
IV.ASPECTOS CLÍNICOS NA CRIANÇA
-SINDROME FEBRIL COM SINAIS E SINTOMAS INESPECÍFICOS
-APATIA,SONOLÊNCIA,VÔMITO,DIARRÉIA
-CHÔRO PESISTENTE,IRRITABILIDADE
-ABAIXO DOS 5 ANOS O QUADRO PODE PASSAR DESPERCEBIDO
-RECUSA ALIMENTAR,LÍQUIDOS,PIORA SÚBITA
-EXANTEMA MÁCULO-PAPULAR,PLEOMÓRFICO COM OU SEM PRURIDO,PRECOCE OU TARDIAMENTE.
V.SINAIS DE ALERTA
-DOR ABDOMINAL INTENSA E CONTÍNUA
-HIPOTENSÃO POSTURAL
-HIPOTENSÃO ARTERIAL,COM PRESSÃO DIFERENCIAL <20 sist="87-105" diast="53-66." ano =" (IDADE" ano="(IDADE">42% E/OU PLAQUETAS <50,000- REPOUSO NO LEITO,HIDRATAÇÃO ORAL/PARENTERAL=50-100ML/K EM 4-6HS VO OU
20ML/K,IV,EM 2HS, COM S.F. OU RINGER-LACTATO.
REAVALIAÇÃO CLÍNICA APÓS HIDRATAÇÃO E CONTRÔLE DO HTC:
< 1 MÊS = 51%
2M-6M = 35%
6M-2 A = 36%
2 A – 6 A = 37%
SE NÃO OCORRER MELHORA, FAZER HV GENEROSA= 3 FASES DE 25ML/K:
1ª FASE = SOL. 1:2(GLICOFISIOLOGICO), EM 4 HORAS
2ª FASE = IDEM, EM 8 HORAS
3ª FASE = IDEM , EM 12 HORAS
GRUPO C:
-PRESENÇA DE SINAIS DE ALERTA(C) OU CHOQUE(D),MANIFESTAÇÕES PRESENTES OU NÃO
-INICIAR H.V.
-FASE DE EXPANSÃO, COM S.F. OU RINGER-LACTATO=20ML/K,ATÉ 3 X
-MANUTENÇÃO:
ABAIXO DE 10 KG = 100ML/K/DIA
DE 10 A 20 KG = 1000 CC + 50ML/K/DIA,ACIMA DOS 10KG
ACIMA DE 20KG = 1.500 CC + 20ML/K/DIA, ACIMA DOS 20KG
SÓDIO = 2 A 3 MEQ/K/DIA OU 3 MEQ PARA 100 ML
POTÁSSIO = 2 A 5 MEQ/K/DIA OU 2 MEQ PARA 100 ML
GRUPO D:
-HIPOTENSÃO OU CHOQUE
-MAIS DE UM ACESSO CALIBROSO,INICIAR HV GENEROSA
-INTERNAR EM UTI
-D.D. : MENINGITE,PTI,INFEC. BACT./SEPSIS.
CRITÉRIOS DE ALTA HOSPITALAR:
PREENCHER 6 CRITÉRIOS:
-AUSÊNCIA DE FEBRE POR 24HS,SEM ANTITÉRMICOS
-MELHORA DO QUADRO CLÍNICO
-HTC N E ESTÁVEL POR 24HS
-PLAQUETAS EM ELEVAÇÃO, ACIMA DE 50.000
-ESTABILIZAÇÃO HEMODINÃMICA POR 24HS
-DERRAMES CAVITÁRIOS,QDO. PRESENTES, EM REGRESSÃO E SEM REPERCUSSÃO CLÍNICA.
(*)-adaptado de palestra proferida por Dra. Cláudia Falconieri
DENGUE-OUTRAS CONSIDERAÇÕES
DENGUE
CLASSIFICAÇÃO-CONDUTA
SÃO 4 AS PERGUNTAS BÁSICAS:
1. TEM DENGUE?
-SEM SINAIS DE ALERTA OU P. LAÇO NEGATIVA = GRUPO A
-TRATAMENTO AMBULATORIAL
2.TEM SANGRAMENTO?
-SEM SINAIS DE ALERTA = GRUPO B - AO HOSPITAL
-SOLICITAR: HTC + PLAQUETAS
3.TEM SINAIS DE ALERTA?
-GRUPO C
-REPOSIÇÃO LÍQUIDA RÁPIDA
4.ESTÁ EM CHOQUE?
-GRUPOS C/D
-C.T.I.
PONDERAÇÕES-DENGUE NA CRIANÇA:
-HV AGRESSIVA EM CRIANÇA-CUIDADO=EDEMA AGUDO DE PULMÃO
-TOSSE OU ICTERÍCIA PRATICAMENTE DESCARTA DENGUE NA CRIANÇA
-DENGUE HEMORRÁGICA EM CRIANÇA=FEBRE+HEMORRAGIAS+AUMEN-
TO DA PERMEABILIDADE VASCULAR(>HTC,DERRAMES,CHOQUE)
-SINAIS DE ALERTA EM CRIANÇA=ADINAMIA,SONOLÊNCIA,RECUSA ALI –
MENTAR.
-TRANSF. PLAQUETAS: <20000+sangr. plasma=" 10">PT E PTT,FAZER PLASMA FRESCO
CONGELADO=10ML/K.
-EVITAR DROGAS VIA IM(HEMATOMAS)
-PERÍODO CRÍTICO NA CRIANÇA= DO 3º AO 5º DIA.
-NA CRIANÇA A PIORA COSTUMA SER SÚBITA(GDE. LIBERAÇÃO DE CITO-
CINAS).
-SCD =HEMOCONCETRAÇÃO-DERRAMES LIQUIDOS.
-S.HEMORRÁGICA GRAVE-É SEMPRE JUNTO OU POSTERIOR AO QUADRO
DE CHOQUE.
-A FEBRE BIFÁSICA PODE NÃO OCORRER.
-CHOQUE-NA DIMINUIÇÃO DA FEBRE(3º DIA)-DOR ABDOMINAL INTENSA,
PERSISTENTE,VOMITOS,HIPOTERMIA,PROSTRAÇÃO.IRRITABILIDADE OU
SONOLÊNCIA.
CLASSIFICAÇÃO-CONDUTA
SÃO 4 AS PERGUNTAS BÁSICAS:
1. TEM DENGUE?
-SEM SINAIS DE ALERTA OU P. LAÇO NEGATIVA = GRUPO A
-TRATAMENTO AMBULATORIAL
2.TEM SANGRAMENTO?
-SEM SINAIS DE ALERTA = GRUPO B - AO HOSPITAL
-SOLICITAR: HTC + PLAQUETAS
3.TEM SINAIS DE ALERTA?
-GRUPO C
-REPOSIÇÃO LÍQUIDA RÁPIDA
4.ESTÁ EM CHOQUE?
-GRUPOS C/D
-C.T.I.
PONDERAÇÕES-DENGUE NA CRIANÇA:
-HV AGRESSIVA EM CRIANÇA-CUIDADO=EDEMA AGUDO DE PULMÃO
-TOSSE OU ICTERÍCIA PRATICAMENTE DESCARTA DENGUE NA CRIANÇA
-DENGUE HEMORRÁGICA EM CRIANÇA=FEBRE+HEMORRAGIAS+AUMEN-
TO DA PERMEABILIDADE VASCULAR(>HTC,DERRAMES,CHOQUE)
-SINAIS DE ALERTA EM CRIANÇA=ADINAMIA,SONOLÊNCIA,RECUSA ALI –
MENTAR.
-TRANSF. PLAQUETAS: <20000+sangr. plasma=" 10">PT E PTT,FAZER PLASMA FRESCO
CONGELADO=10ML/K.
-EVITAR DROGAS VIA IM(HEMATOMAS)
-PERÍODO CRÍTICO NA CRIANÇA= DO 3º AO 5º DIA.
-NA CRIANÇA A PIORA COSTUMA SER SÚBITA(GDE. LIBERAÇÃO DE CITO-
CINAS).
-SCD =HEMOCONCETRAÇÃO-DERRAMES LIQUIDOS.
-S.HEMORRÁGICA GRAVE-É SEMPRE JUNTO OU POSTERIOR AO QUADRO
DE CHOQUE.
-A FEBRE BIFÁSICA PODE NÃO OCORRER.
-CHOQUE-NA DIMINUIÇÃO DA FEBRE(3º DIA)-DOR ABDOMINAL INTENSA,
PERSISTENTE,VOMITOS,HIPOTERMIA,PROSTRAÇÃO.IRRITABILIDADE OU
SONOLÊNCIA.
DENGUE EM CRIANÇA
DENGUE EM CRIANÇA
PERGUNTAS BÁSICAS:
1-É DENGUE?
2-TEM SANGRAMENTO?
3-TEM SINAIS DE ALERTA?
4.ESTÁ EM CHOQUE?
DIAGNÓSTICO CLÍNICO:
1.FEBRE-associada a 2 ou mais critérios clínicos:
-cefaléia
-mialgia
-artralgia
-prostração/irritabilidade
-dor abdominal
-exantema
-sangramento espontâneo
Obs-caso suspeitto=notificação e pedido de sorologia para dengue(6º dia)
ESTADIAMENTO DA DENGUE:
GRUPO A: -P. do Laço-negativa,sem manifest. hemorr.,sem sinais de alarme.
a.Conduta-ambulatorial.TRO e sintomáticos.Retorno com 48hs.
b.Exames-desnecessários
GRUPO B:-P. do Laço-positiva ou manifest. hemorrágicas,sem sinais de alarme,
Sem repercussões hemodinâmicas.
a.Conduta: TRO+sintomáticos
b.Exames: Hemograma completo(obrigatório)-Retôrno com 24hs-Reestadiar.
Sorologia para dengue, a partir do 6º dia.
-Se o Htc > 42%-fazer HV= 50-100ml/k, em 4 horas. Reavaliar(cor da urina,
umidade das mucosas,etc...). Fazer novo Htc.
GRUPO C:-Com SINAIS DE ALERTA:dor abdominal intensa e persistente,vômitos
incoercíveis,hipotensão postural, lipotímia(tontura), hepatomegalia dolo-
rosa, hemorragias com alterações hemodinâmicas, sonolência,irritabilida-
de, hipotermia, >Htc progressivo, < pida="20ml/k/hora.Repetir" rio="Albumina" plasma="10ml/k,cada">PT,>PTT)=Plasma fresco cong.=10ml/k.
Em caso de grandes sangramentos=Papa de Hts.
Se plaquetas <20.000 plaquetas=" 1" pida="20ml/k," kg =" 100ml/k/dia" 20kg =" 1000ml">de 10kg.
Acima de 20kg=1500ml + 20ml/k > de 20kg.
Eletrólitos:
-Na = 2 a 3mEq/k/dia ou P x D(132-Na atual) x 0,6
-K = 2 a 3 mEq/k/dia(Max. 5 mEq/100 ml)
-Ca= 1 mEq/k/dia(se houver acidose metabólica)
FASE DE REPOSIÇÃO-perdas anormais-acrescentar à solução de manutenção=
20-50ml/k, de sol. 1:1.
Sintomáticos: antieméticos(bromoprida,metoclopramida),antitérmicos/analgésicos(para-
cetamol,dipirona),anti-histamínicos(loratadina,dexclorfeniramina)
DENGUE HEMORRÁGICA:-Febre,P. Laço Positiva ou manif. hemorr., aumento da permeabilidade vascular(>Htc,derrames,choque),com ou s/ hepatomegalia.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:-Febres purpúricas,sepsis,sarampo,eritema infeccioso,exantema súbito, mononucleoses infeccciosa,parvovirose, enteroviroses(Cox-
sakioses A e B), farmacodermias, alergias cutâneas, PHS, PTI, abdômen agudo.
OBSERVAÇÕES SÔBRE A DENGUE:
-as formas graves ,geralmente, ocorrem no 3º dia da doença, com ou sem defervescência da febre.
-o >Htc + < albumina = FDH
-dengue com complicação: alt. SNC, alt. cardio-resp., insuf. hepatica,-pinçamento da PA = PAS – PAD < ou = 20 mmHg.
-PRESSÃO ARTERIAL:
Dos 3 m a 1 ano = (Idade/meses x 0,5) + 4.5
De 1 a aos 8 a = (Idade/anos x 2) + 8,5
-P. do Laço- PAM=(PS +PD)/ 2, aguardar por 3 min.(criança) e 5 min.(adulto).Criança
10 petéquias/ 2,5 cm.Adulto=20 petéquias/2,5 cm quadrados.
-H.V. rápida-cuidado com edema agudo pulmonar.
-Tosse e icterícia, praticamente, afasta dengue.
-Evitar droga IM(hematomas)
-S. Hemorrágica,vem junto ou após o choque.
-Febre bifásica, pode faltar.
PERGUNTAS BÁSICAS:
1-É DENGUE?
2-TEM SANGRAMENTO?
3-TEM SINAIS DE ALERTA?
4.ESTÁ EM CHOQUE?
DIAGNÓSTICO CLÍNICO:
1.FEBRE-associada a 2 ou mais critérios clínicos:
-cefaléia
-mialgia
-artralgia
-prostração/irritabilidade
-dor abdominal
-exantema
-sangramento espontâneo
Obs-caso suspeitto=notificação e pedido de sorologia para dengue(6º dia)
ESTADIAMENTO DA DENGUE:
GRUPO A: -P. do Laço-negativa,sem manifest. hemorr.,sem sinais de alarme.
a.Conduta-ambulatorial.TRO e sintomáticos.Retorno com 48hs.
b.Exames-desnecessários
GRUPO B:-P. do Laço-positiva ou manifest. hemorrágicas,sem sinais de alarme,
Sem repercussões hemodinâmicas.
a.Conduta: TRO+sintomáticos
b.Exames: Hemograma completo(obrigatório)-Retôrno com 24hs-Reestadiar.
Sorologia para dengue, a partir do 6º dia.
-Se o Htc > 42%-fazer HV= 50-100ml/k, em 4 horas. Reavaliar(cor da urina,
umidade das mucosas,etc...). Fazer novo Htc.
GRUPO C:-Com SINAIS DE ALERTA:dor abdominal intensa e persistente,vômitos
incoercíveis,hipotensão postural, lipotímia(tontura), hepatomegalia dolo-
rosa, hemorragias com alterações hemodinâmicas, sonolência,irritabilida-
de, hipotermia, >Htc progressivo, < pida="20ml/k/hora.Repetir" rio="Albumina" plasma="10ml/k,cada">PT,>PTT)=Plasma fresco cong.=10ml/k.
Em caso de grandes sangramentos=Papa de Hts.
Se plaquetas <20.000 plaquetas=" 1" pida="20ml/k," kg =" 100ml/k/dia" 20kg =" 1000ml">de 10kg.
Acima de 20kg=1500ml + 20ml/k > de 20kg.
Eletrólitos:
-Na = 2 a 3mEq/k/dia ou P x D(132-Na atual) x 0,6
-K = 2 a 3 mEq/k/dia(Max. 5 mEq/100 ml)
-Ca= 1 mEq/k/dia(se houver acidose metabólica)
FASE DE REPOSIÇÃO-perdas anormais-acrescentar à solução de manutenção=
20-50ml/k, de sol. 1:1.
Sintomáticos: antieméticos(bromoprida,metoclopramida),antitérmicos/analgésicos(para-
cetamol,dipirona),anti-histamínicos(loratadina,dexclorfeniramina)
DENGUE HEMORRÁGICA:-Febre,P. Laço Positiva ou manif. hemorr., aumento da permeabilidade vascular(>Htc,derrames,choque),com ou s/ hepatomegalia.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:-Febres purpúricas,sepsis,sarampo,eritema infeccioso,exantema súbito, mononucleoses infeccciosa,parvovirose, enteroviroses(Cox-
sakioses A e B), farmacodermias, alergias cutâneas, PHS, PTI, abdômen agudo.
OBSERVAÇÕES SÔBRE A DENGUE:
-as formas graves ,geralmente, ocorrem no 3º dia da doença, com ou sem defervescência da febre.
-o >Htc + < albumina = FDH
-dengue com complicação: alt. SNC, alt. cardio-resp., insuf. hepatica,
-PRESSÃO ARTERIAL:
Dos 3 m a 1 ano = (Idade/meses x 0,5) + 4.5
De 1 a aos 8 a = (Idade/anos x 2) + 8,5
-P. do Laço- PAM=(PS +PD)/ 2, aguardar por 3 min.(criança) e 5 min.(adulto).Criança
10 petéquias/ 2,5 cm.Adulto=20 petéquias/2,5 cm quadrados.
-H.V. rápida-cuidado com edema agudo pulmonar.
-Tosse e icterícia, praticamente, afasta dengue.
-Evitar droga IM(hematomas)
-S. Hemorrágica,vem junto ou após o choque.
-Febre bifásica, pode faltar.
CRISES DE PERDA DE FÔLEGO
CRISES DE PERDA DE FÔLEGO
01.Minha criança durante uma de suas birras costuma ficar,subitamente, cianótica e inconsciente.Meu médico disse que ele sofre de “crise de perda de fôlego”.O que são crises de perda de fôlego?
R: Crises ou espasmos de perda de fôlego são um fenômeno benigno e involuntário, visto em crianças entre 6 meses e 6 anos de idade.Em decorrência de uma dor,medo ou irritação, a criança chora e prende a respiração.
02.Como se apresentam as crianças com crise de perda de fôlego?
R:A crise ocorre quando a criança está acordada.Há 2 modos de apresentação:Cianótica e Pálida.
As cianóticas-são mais comuns, entretanto, elas podem se apresentar nas duas formas(mista).As crises cianóticas são muitas vezes provocadas por uma situação de contrariedade,frustração ou irritabilidade.A criança chora ou guincha ruidosamente e ,então, o choro se torna silencioso, a criança abre a boca e prende a respiração em expiração por 20 a 30 segundos(apnéia),torna-se cianótica e pode,outra vez, iniciar a respiração ou evoluir para a perda de consciência.Algumas vezes, espasmos ou convulsões podem seguir-se de perda de consciência.O episódio inteiro pode levar menos de 1 minuto e a criança,geralmente, recobra toda a atividade em poucos minutos.
As pálidas- são usualmente vistas seguindo-se a uma experiência dolorosa ou de mêdc.A criança se torna pálida e muitas vezes perda a consciência com um simples engasgo ou choro.
03.Qual a freqüência das crises de perda de fôlego?
R:As crises são vistas em 5% das crianças entre 6 meses e 6 anos de idade.Elas são comumente vistas entre 1 ano e 1 ano e 6 meses de idade.Usualamente, desaparecem em torno dos 4-5 anos.
04.Quantas vezes podem ocorrer as crises de perda de fôlego?
R:Podem variar de 1 a 2 vezes ao mês a diversas por dia.
05.Por que a criança sofre de crise de perda de fôlego?
R:É um fenômeno involuntário( a criança não o faz deliberadamente).As crises são usualmente vistas em crianças temperamentais e com outros distúrbios de comportamento.
06.A crise ocorre em famílias?
R:Sim.Uma história familiar positiva pode ser encontrada em cerca de 25% dos casos.
07.Por que as crianças com crises de perda de fôlego ficam inconscientes?
R:Postula-se que a perda de consciência , na crise cianótica, se deve a inibição mediada centralmente de efeito respiratório.Na crise pálida, a bradicardia,mediada vagalmente, deve ser a responsável.
08.Como fazer o diagnóstico da causa da perda de fôlego?
R: As crises são usualmente diagnosticadas clinicamente.Entretanto, as convulsões e síncope( devida a estimulação cardíaca ou vasovagal) devem ser consideradas no diagnóstico diferencial.As convulsões ,diferentemente da perda de fôlego, usualmente, não têm um fator precipitante, estão associadas com sonolência p´so-ictal e a atividade convulsiva precede a alteração da cor.A síncope vasovagal é rara em crianças abaixo de 12 anos.Usualmente, não são necessárias investigações nos casos clássicos de espasmo ou crises de perda de fôlego.Entretanto, um EEG e ECG devem ser feitos para afastar epilepsia e arritmias cardíacas,respectivamente.O EEG interictal, nas perdade de fôlego, é normal.
09.Como conduzir as crises de perda de fôlego?
R:O mais importante aspecto do tratamento consiste de suporte e reafirmação da segurança.Ainda que esses episódios sejam inócuos, eles, usualmente, causam um monte de medo e ansiedade aos pais.Os pais devem ser esclarecidos sobre a natureza involuntária dos ataques e advertidos contra atender aos desejos da criança.Devemos lhes assegurar que as crises não são perigosas e não levam à epilepsia ou a dano cerebral.Os pais dever ser encorajados a manejar os episódios de forma relaxada.Durante os ataques, os pais não devem sustentar a criança verticalmente, mas sim deitá-la numa superfície plana, para prevenir trauma de crânio.Nada deve ser colocado na boca da criança,pois, podem causar choque ou vômito.Após o ataque, os pais não devem atender aos desejos da criança.Os pais devem pensar em como prevenir os ataques.Algumas crianças podem ser distraídas de seus ataques se impedidas antes de se tornarem cianóticas, através de uma distração ou fazendo-as voltar-se para alguma coisa interessante.Os pais devem ser prevenidos contra correr e carregas a criança cada vez que ela chora para reduzir a um mínimo de ataques indevidos.Um programa de mudança de comportamento pode ajudar se a criança tem freqüentes destemperamento.Deve-se reafirmar aos pais que o prognóstico a longo prazo é muito bom.
10.Que tratamento farmacológico é avaliável para as crises de perda de fôlego?
R:Usualmente, não é necessário.Anticonvulsivantes não têm vez.Sulfato de atropina pode ser usada nas crises pálidas freqüentes.Há relatos de ferroterapia nas crises(são crises usualmente portadoras de anemia ferropriva),mas, sua utilidade não está totalmente documentada.
11.Qual o prognóstico das crises de perda de fôlego?
R:É excelente.A maioria dos episódios se resolve aos 4-5 anos de idade.AS crianças com crise pálida podem ter um aumento da incidência de síncope quando adultos.
01.Minha criança durante uma de suas birras costuma ficar,subitamente, cianótica e inconsciente.Meu médico disse que ele sofre de “crise de perda de fôlego”.O que são crises de perda de fôlego?
R: Crises ou espasmos de perda de fôlego são um fenômeno benigno e involuntário, visto em crianças entre 6 meses e 6 anos de idade.Em decorrência de uma dor,medo ou irritação, a criança chora e prende a respiração.
02.Como se apresentam as crianças com crise de perda de fôlego?
R:A crise ocorre quando a criança está acordada.Há 2 modos de apresentação:Cianótica e Pálida.
As cianóticas-são mais comuns, entretanto, elas podem se apresentar nas duas formas(mista).As crises cianóticas são muitas vezes provocadas por uma situação de contrariedade,frustração ou irritabilidade.A criança chora ou guincha ruidosamente e ,então, o choro se torna silencioso, a criança abre a boca e prende a respiração em expiração por 20 a 30 segundos(apnéia),torna-se cianótica e pode,outra vez, iniciar a respiração ou evoluir para a perda de consciência.Algumas vezes, espasmos ou convulsões podem seguir-se de perda de consciência.O episódio inteiro pode levar menos de 1 minuto e a criança,geralmente, recobra toda a atividade em poucos minutos.
As pálidas- são usualmente vistas seguindo-se a uma experiência dolorosa ou de mêdc.A criança se torna pálida e muitas vezes perda a consciência com um simples engasgo ou choro.
03.Qual a freqüência das crises de perda de fôlego?
R:As crises são vistas em 5% das crianças entre 6 meses e 6 anos de idade.Elas são comumente vistas entre 1 ano e 1 ano e 6 meses de idade.Usualamente, desaparecem em torno dos 4-5 anos.
04.Quantas vezes podem ocorrer as crises de perda de fôlego?
R:Podem variar de 1 a 2 vezes ao mês a diversas por dia.
05.Por que a criança sofre de crise de perda de fôlego?
R:É um fenômeno involuntário( a criança não o faz deliberadamente).As crises são usualmente vistas em crianças temperamentais e com outros distúrbios de comportamento.
06.A crise ocorre em famílias?
R:Sim.Uma história familiar positiva pode ser encontrada em cerca de 25% dos casos.
07.Por que as crianças com crises de perda de fôlego ficam inconscientes?
R:Postula-se que a perda de consciência , na crise cianótica, se deve a inibição mediada centralmente de efeito respiratório.Na crise pálida, a bradicardia,mediada vagalmente, deve ser a responsável.
08.Como fazer o diagnóstico da causa da perda de fôlego?
R: As crises são usualmente diagnosticadas clinicamente.Entretanto, as convulsões e síncope( devida a estimulação cardíaca ou vasovagal) devem ser consideradas no diagnóstico diferencial.As convulsões ,diferentemente da perda de fôlego, usualmente, não têm um fator precipitante, estão associadas com sonolência p´so-ictal e a atividade convulsiva precede a alteração da cor.A síncope vasovagal é rara em crianças abaixo de 12 anos.Usualmente, não são necessárias investigações nos casos clássicos de espasmo ou crises de perda de fôlego.Entretanto, um EEG e ECG devem ser feitos para afastar epilepsia e arritmias cardíacas,respectivamente.O EEG interictal, nas perdade de fôlego, é normal.
09.Como conduzir as crises de perda de fôlego?
R:O mais importante aspecto do tratamento consiste de suporte e reafirmação da segurança.Ainda que esses episódios sejam inócuos, eles, usualmente, causam um monte de medo e ansiedade aos pais.Os pais devem ser esclarecidos sobre a natureza involuntária dos ataques e advertidos contra atender aos desejos da criança.Devemos lhes assegurar que as crises não são perigosas e não levam à epilepsia ou a dano cerebral.Os pais dever ser encorajados a manejar os episódios de forma relaxada.Durante os ataques, os pais não devem sustentar a criança verticalmente, mas sim deitá-la numa superfície plana, para prevenir trauma de crânio.Nada deve ser colocado na boca da criança,pois, podem causar choque ou vômito.Após o ataque, os pais não devem atender aos desejos da criança.Os pais devem pensar em como prevenir os ataques.Algumas crianças podem ser distraídas de seus ataques se impedidas antes de se tornarem cianóticas, através de uma distração ou fazendo-as voltar-se para alguma coisa interessante.Os pais devem ser prevenidos contra correr e carregas a criança cada vez que ela chora para reduzir a um mínimo de ataques indevidos.Um programa de mudança de comportamento pode ajudar se a criança tem freqüentes destemperamento.Deve-se reafirmar aos pais que o prognóstico a longo prazo é muito bom.
10.Que tratamento farmacológico é avaliável para as crises de perda de fôlego?
R:Usualmente, não é necessário.Anticonvulsivantes não têm vez.Sulfato de atropina pode ser usada nas crises pálidas freqüentes.Há relatos de ferroterapia nas crises(são crises usualmente portadoras de anemia ferropriva),mas, sua utilidade não está totalmente documentada.
11.Qual o prognóstico das crises de perda de fôlego?
R:É excelente.A maioria dos episódios se resolve aos 4-5 anos de idade.AS crianças com crise pálida podem ter um aumento da incidência de síncope quando adultos.
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